Planejamento de viagem com bebê – Parte 3: Vôo Internacional

Oiiiii !!!!

 

E seguimos compartilhando nossas experiências …

Só é importante dizer que cada pai e mãe são únicos, que os filhos são únicos e que não existe regra. O que funciona para mim pode não funcionar para você, o que eu acho bom para o meu filho, pode ser condenável do seu ponto de vista …

Resolvemos que 9 meses seria uma boa idade para darmos o pontapé inicial à nossa retomada de viagens que tanto amamos. Por que 9 meses ? Porque já cresceu um pouco, já passou da fase mais sufoco (na minha opinião quando são bem bebês), já dorme melhor, já come comida e frutas mas ainda toma leite (caso o esquema comida/fruta não funcione por ter um paladar diferente). Enfim, na nossa opinião era um bom momento e realmente foi.

Nosso bebê é super tranquilo, companheirinho e topa bem tudo. Incluindo alterações radicais na sua rotina super regrada. Então vôos de avião, fuso horário, dormir fora de hora para nós não foi um problema. O nosso maior problema foi com alimentação mas este tópico deixaremos para um próximo post.

Em relação ao vôo calhou de termos todos os tipos de experiência em uma única viagem. Estávamos voando de Avianca com destino final aos Estados Unidos. Nosso vôo de ida saiu do Brasil de madrugada, teve uma escala na Colômbia e seguiu viagem durante o dia em direção a Miami. A volta seria no mesmo esquema porém com a parada no Perú mas fomos surpreendidos no check in com alteração no itinerário: nos colocarem em um vôo direto de Miami a São Paulo.

Quanto aos esquemas de vôos eu e o Paulo achamos que não fez a menor diferença. Tanto o vôo com parada como o vôo direto foram super tranquilos. O bebê dormiu bem quase o vôo inteiro e não incomodamos nenhum passageiro com gritos ou choro e olha que na volta ele estava super gripado e nós super preparados para o maior show.

Contrariando o nome do nosso site, optamos por voar em Classe Executiva todas as pernas. Considerando que o bebê paga para ir no colo e não paga barato, achamos que se fossemos com um pouco mais de conforto seria possivel ele dormir melhor e tals. E foi realmente o que aconteceu, eu fazia “cadeira compartilhada” com ele e voamos os dois juntos a maior parte do tempo dormindo. Funcionou super bem e não nos arrependemos de ter gasto um pouco a mais.

Embarque tanto aqui no Brasil como na Colômbia como nos Estados Unidos é prioritário para quem está com carrinho de bebê. Então super sucesso, ficamos com o nosso carrinho enorme e confortável até a porta do avião. Eu entrava com o bebê e com as bagagens enquanto o Paulo desmontava o carrinho e, sem a menor dor de cabeça, seguimos todos felizes. Na hora do desembarque, com exceção do Aeroporto de Miami que é cheio de regras próprias, o carrinho sempre estava na porta do avião ou chegando enquanto desembarcávamos. Quando tivemos que esperar foi muito pouco tempo.

Levamos muitos brinquedos não barulhentos para entreter o pequeno mas nem precisamos.

Ponto ruim da Avianca: com exceção da perna São Paulo –  Bogotá, em nenhum outro vôo havia disponibilidade de comida de bebê. Como estávamos em Classe Executiva tudo se dá um jeito e eles traziam frutas e pães como eu solicitei. Acredito que por se tratar de bebê teríamos o mesmo tratamento em Classe Econômica.

Vôos sucesso. Além da ida e volta entre países, fizemos alguns vôos internos nos Estados Unidos e não temos o que relatar de aborrecimento ou problemas. Nosso bebê tirou nota 10 com direito a estrelinha.

Nos próximos posts contaremos um pouco mais sobre a viagem, destinos e passeios.