Tailândia – O que você precisa saber antes de ir para lá

Hellooo !!!!

Vou de Econômica volta a escrever sobre o seu continente favorito: Ásia ! Obviamente que não se esgotaram todos os destinos que já visitamos dentro dos Estados Unidos, mas vamos voltar para a Ásia, que já falamos lá no começo do site, depois voltamos para mais um rolê nos USA.

A partir de agora as publicações serão focadas na Tailândia, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos. Começando pela Lovely Thai.

Para começar, vamos falar o que você precisa saber antes de visitar esses país encantador.

Bora lá ?!?

1. Destinos 

Dentre todos os países do Sudeste Asiático ouso dizer que a Tailândia é o mais visitado por nós brasileiros e também o destino mais comum entre viajantes do mundo inteiro. A principal razão para isso, além é claro das belezas atraente do país, se deve ao fato do Aeroporto de Bangcoc ser a principal porta de entrada para a Ásia e usado como hub para conexões para os outros destinos.

Oras, se já vamos parar para trocar de avião no país, por que não aproveitar e passar uns dias por lá?

Já estive duas vezes na Tailândia. A primeira fui para conhecer mesmo, sai daqui com ela como destino de férias. A segunda usei o país como hub para visitar outros países asiáticos e como as minhas irmãs e companhias de viagem dessa segunda trip não conheciam, aproveitamos para passar alguns dias no país.

A Tailândia tem vários pólos de turismo, como nos atemos apenas a falar sobre os lugares que já fomos, aqui vamos te contar sobre: Bangcoc, Phuket, Phi Phi Islands e Krabi. As três últimas cidades são todas cidades de praia.

Além desses lugares, só para citar que também são muito visitadas as cidades de Chiang Mai, Chiang Rai, Koh Samui. Como não fomos nos falta informações para compartilhar.

2. Como chegar

Partindo de São Paulo, a primeira parte da sua viagem é chegar à Asia. Já contamos neste post que é possível fazer essa viagem de várias formas (via América do Norte, Europa, África ou Emirados Árabes, para citar algumas alternativas).

Fomos até Bangcok, a primeira vez, vindos de Hong Kong voando Thai Airlines. E para chegar a Hong Kong fomos via Toronto, voando Air Canada (estamos falando de 2 vôos de aproximadamente 11 horas cada um).

A segunda vez, vim por Dubai, voando Emirates. Melhor opção sem dúvida porque você pega um vôo super longo (São Paulo – Dubai: 14/15 horas) mas depois o vôo é bem mais curto entre Dubai e Bangcoc (5 horas).

Lógico que qualquer que seja a sua opção de companhia aérea você pode optar por passar alguns dias no seu primeiro destino, dar uma descansada e depois seguir viagem. Já fizemos isso e já fomos diretão, nesta opção o corpo vai pedir pelo menos um dia inteiro de descanso rs.

3. Documentação

Brasileiros não precisam de visto antecipado para ingressar na Tailândia, o visto é on arrival e não tem nenhum custo. Sua duração para turistas é de 90 dias e caso você não deixe o país nesse prazo além de multa você pode incorrer em outras punições.

A única exigência para ingressar no país é ter o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela (já falamos como obtê- lo aqui).

Ao desembarcar pela primeira vez em Bangkoc ou em qualquer aeroporto da Tailândia, antes de ingressar na fila de imigração propriamente dita, procure as placas de sinalização escritas Health Center. Lá você irá preencher um formulário com os seus dados e dados do passaporte e irá apresentar o Certificado de Vacinação. Somente depois de devidamente carimbado o seu formulário é que você deve se dirigir à fila de imigração.

 4. Moeda

A moeda local é o BATH.

Um real equivale a mais ou menos 11 baths (valores de dezembro/2016), porém é possível usar dólares americanos em muitos lugares como hotéis, restaurantes e lojas.

No saguão de desembarque do aeroporto tem ATM onde é possível sacar moeda local. Não me lembro de ter visto Banco mas tem casa de câmbio caso você queira trocar algum dinheiro, tanto na área de retorno de bagagens como do lado de fora.

Vale a pena trocar pelo menos um pouco de dinheiro porque nem sempre o câmbio é interessante. Motorista de tuk-tuk e os vendedores de rua costumam ter um câmbio bem ruim. A melhor opção é usar o dinheiro local, na nossa opinião.

5. Segurança

Em relação à segurança não tivemos nenhum problema por lá mas, assim como em qualquer lugar do mundo, tem que ficar esperto. Não sentimos medo ou insegurança mas fomos alertados pelo hotel para tomar cuidado com os nossos pertences pessoais.

A nossa dica é muito básica: sempre que chegar no hotel, pergunte como é a redondeza, se é perigoso. Pode ser que em determinada época esteja mais perigoso que em outra.

6. Deslocamentos

Tanto em Phuket como Krabi e Phi Phi Islands nos deslocamos muito pouco e quando o fazíamos era tudo a pé. Ficamos em hotéis pé na areia e a ideia era aproveitar para descansar e não ficar saracoteando. Saímos apenas para fazer passeios de barco e os descolamentos até as marinas eram providenciados pelas empresas que contratamos de barco.

Em Bangcoc eles tem um metrô de superfície bastante eficiente chamado de BART e quando era possível (não tem estação em quase nenhum ponto turístico) nos deslocávamos com ele já que o trânsito lá é impossível. Quando não dava pegávamos táxi. Tirando distâncias como hotel-aeroporto e passeios turísticos que têm preços mais ou menos tabelados, o resto ia tudo no taxímetro.

Quando visitei a primeira vez a Tailândia andei muito de tuk-tuk. Isso foi em 2014. Este ano, além de ter achado que o número de tuk-tuks na rua diminuiu muito, achei também que eles viraram atração turística e o preço estava super inflacionado. Uma corrida de táxi com ar condicionado e sem cheiro de gasolina e fumaça estava saindo bem mais em conta do que o mesmo trajeto de tuk-tuk.

Desconheço quem tenha alugado carro na Tailândia e acho que a experiência de dirigir em Bangcoc pode ser pulada porque o trânsito de lá beira o caos, parece terra sem leis rs.

Apanhado geral sobre o país, primeiras impressões. Na sequência falaremos um pouco mais de cada cidade que visitamos.

Deixe uma resposta